23 novembro 2014

De mãos dadas...

...Se vai mais longe!
Essa frase, traduz o pensamento do Atelier Caseiro. Acreditamos em cada palavra dela. Por mais que sejamos independentes e sem parceiros oficiais de trabalho, não trabalhamos completamente sozinhos.
É assim em dia de bazar, quando dividimos o espaço com outros artesãos.
É assim em dia de aula, quando trocamos experiências e conhecimentos com alunos.
É assim quando nasce um produto, sugerido por um cliente ou quando familiares e amigos dão palpites sobre o que o que estamos fazendo.
É assim, quando Queridos viajam, compram materiais e trazem na mala, de presente para esta casinha. É assim em várias outras situações do nosso dia a dia!
Foi assim quando precisamos 10 metros de um mesmo tecido, e tínhamos urgência, trocamos mensagens durante o dia com a Vivi, da Vita Colorita, no  fim do dia ela fechou um pedido, confirmou nosso tecido e conseguiu nos mandar numa rapidez de dar inveja aos foguetes da NASA.
Também foi assim, quando uma cliente desta casinha encomendou as lembrancinhas do primeiro ano do neto. Já tínhamos feito os anjinhos do batizado e admitimos aqui no blog que nosso foco não são as lembrancinhas, não temos o material disponível para elas. Gostamos, achamos fofas, eventualmente fazemos alguns itens que envolvem tecido, mas nosso leque de opções é limitado. Mesmo assim a cliente insistiu para que cuidássemos das lembrancinhas, porque gosta e confia no nosso trabalho. Ela especificou o tema, nos deu 'carta branca', prazo longo e até liberdade para que outra pessoa desenvolvesse o trabalho, contanto que nos responsabilizássemos pela entrega.
Assim, contatamos a Lulu Peral, da carioca Poá Encantado.
Porque ela, entre outras pessoas que também trabalham com lembrancinhas?
Porque é amiga desde os tempos do blog Meninas Versáteis, porque a Lulu é cliente de longa data da nossa casinha e principalmente porque desenvolve um trabalho voltado para festas infantis personalizadas. É dedicada, é perfeccionista, extremamente responsável com prazos e topou terceirizar o serviço.
 E aqui fazemos um parênteses que merece a atenção de todos.
Quando você terceiriza um serviço, a responsabilidade é sua, então é preciso confiar no 'fornecedor', mas não é preciso ignorar, menos ainda deixar o nome dele no anonimato. Pedir ajuda para satisfazer/atender um cliente é comum, principalmente em épocas como esta, que antecede o Natal.
Provavelmente algumas pessoas pensam que isto afastará os clientes, ou que os clientes irão direto ao fornecedor e que ele ganhará novos clientes. Não é verdade. O cliente satisfeito cria raiz, traz novos clientes, recomenda, indica, o cliente satisfeito volta. Além do mais, se procurarem diretamente a Lulu, tudo certo, lembrancinhas personalizadas é a "praia" dela. Outros clientes ela vai mandar pra cá. É assim que funciona, cliente satisfeito não se perde, ele circula e volta!
Acreditem nisso porque é assim que funciona. E não, isto não é ingenuidade, isto é praticamente coworking.
Fazer mais e melhor para os nossos clientes, é o que nos alimenta, é o que nos move. Se faremos sozinhos ou de mãos dadas, é detalhe, mas faremos o que estiver ao nosso alcance para atender os nossos clientes. Sempre e sem medo de perdê-los. Damos asas, permitimos o vôo e sempre autorizaremos o pouso nesta casinha. ♥ 
E, antes de encerrar o post mais duas coisinhas:
1) Um agradecimento as alunas, ontem foi a última aula do ano, todas passaram com estrelinha dourada no boletim. Obrigada meninas pela troca, pela confiança, pela diversão e pelos presentes. Vocês são incríveis. #mimadasim
2) Encerramos com o convite para confraternizarmos na próxima quarta-feira, no BAZAR! Porque vocês já sabem, bazar é a oportunidade de ver com as mãos tudo o que mostramos pela internet, é nosso dia de festa. Venha celebrar conosco o ano bom! :D

01 novembro 2014

Tudo junto e misturado!

É desse jeito que são os dias nesta casinha.  Tarefas na rua, conversas com clientes, projetos, planejamentos, fechamento de pedidos e de datas na agenda. Ritmo acelerado como pede o mês de novembro.
Sim, já estamos em novembro, mais um ano próximo do fim, Papai Noel batendo na porta, alguns contando com as férias... E, todos com uma única certeza: 2014 passou rápido! Bem rápido.
Entre os trabalhos dos últimos dias, nasceu uma colcha de casal cinza, preto e branco.
Os quadradinhos cortados, exatamente 210 unidades.
 
Definir a ordem em que o tecido será costurado, é quase como montar um quebra cabeças.

Depois de estabelecer a ordem, a sequencia é costurar todos eles, um a um.
 
Feito isso, é preciso quiltar o topo com o avesso, arrematar com o viés, passar e entregar para o cliente ser feliz! Isso nos realiza!

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Uma colcha toma tempo, mas começamos o post contando que aqui é tudo junto e misturado, não é? É!
A "gente canta, dança, bate palmas, assobia, chupa cana, costura muito e não quer parar..." Abaixo uma amostrinha de um presente que será entregue numa festa familiar de Natal.
 
Uma pitadinha da Culinária com Amor - Atelier Caseiro que terá uma edição limitada de bolinhos em dezembro. Fiquem atentos, serão poucas unidades, com entrega somente para Taquara-RS.
 
Aproveitamos para lembrar que um presente artesanal, tem embutido muito amor e que comprar de quem faz é muito mais bonito e prazeroso! Valorize os artesãos, a dedicação e o trabalho bem executado. Prestigie.
E depois desse papo todo, o que dizer?
Tem cliente novo chegando, tem cliente que é fiel, tem cliente eventual, tem cliente que vem indicado por outro cliente e nós continuamos com a certeza de que os melhores clientes são os nossos, os clientes do Atelier Caseiro. Agradecemos todos os dias pela confiança que vocês depositam no nosso trabalho! ♥
  Vocês nos movem e é por vocês que buscamos sempre fazer mais e melhor.

18 outubro 2014

Tempo, tempo, tempo...

Já faz um tempo que não atualizamos nosso trabalho por aqui. Poderíamos listar uma infinidade de motivos, justificar de várias formas, mas aos nossos queridos leitores pedimos desculpas e vamos ao "papo do blog". Voltamos e aqui pretendemos ficar!
Do nascimento das nossas
guriazinhas tanta coisa já aconteceu, em um resumo com muitas fotos, vamos aos fatos.
Costuramos jogos americanos:
 
 
 
Fizemos algumas colchas
 
 
 
 
 


Fizemos um monte de pacotinhos e despachamos muitas lindezas nos Correios:
 
 
 
Perfumamos gavetas e armários com trouxinhas de sachê:
 
 
Também perfumamos muitos sapatinhos com os nossos chulezinhos, ops sachezinhos. Lindos e perfumados, porque chulé ninguém quer!
 
A gente fez Bazar e para ele costuramos esta lindeza pintada a mão pela talentosa Renata Barillari. O nosso novo panô fez sucesso.


 Fizemos bazar e nele a estreia do nosso 'puxadinho'(foto abaixo).  Foi a forma que encontramos de expor melhor os nossos produtos.
Pendurados, em cestinhos e não apenas amontoados sobre a mesa.
O cliente enxerga melhor as opções e o colorido, as coisas ficam mais organizadas e também é mais fácil de coordenar a ordem dos produtos.
O melhor é que a estrutura é fácil de montar, de desmontar e leve para transportar!


 
Fizemos bolsinhas:

Foram duas aulas nesse tempo sem papo no blog. Aula de porta maquiagem e porta passaportes:

 
Traçamos algumas definições para esta casinha. Essas palavras nos representam!

 
Nesse mês e meio fizemos um bocado de coisas, só não tínhamos contado aqui no blog. ♥

24 agosto 2014

Fofuxa. Fofoléti. Fofura. Fofinha: São as nossas guriazinhas!

O Atelier Caseiro tem novidade mas vou fazer um charme e contar uma historinha, para deixar todo mundo um pouco mais curioso ;)
Sabem aquela máxima de que toda menina já brincou de bonecas? Eu brinquei e muito. Até já contei aqui que quando criança tive uma casinha de bonecas construída pelo meu pai e pelo meu avô. 
Hoje tenho o Atelier Caseiro com logo de casinha e de bonequinha, só a sobrinha Fofoléti.
Vocês sabem que em julho, fui para SP, fui na Mega Artesanal, trabalhei, me diverti e encontrei amigos, ri um monte e também tive conversas profissionais, daquelas tipo papo sério. Claro que sério às vezes flui na empolgação do momento e depois não dá em nada e noutras com um pouco(ou bastante) empenho dá samba e dos bons. Ok, é da vida matar um leão por dia, sonhar, tentar, realizar e acreditar nisso. Eu sou teimosa. Sou insistente, sou determinada, sou chata. Mentira, não sou não!
Mas todo papo têm um lado possível, um desejo que pode ser realizado, e um ladinho que é sonho. Sonho anima, motiva, mas não enche barriga nem paga contas, então com os pés no chão, parti para o que era possível concretizar hoje. Vencendo etapas, no famoso devagar e sempre, chamei a amiga no "whatsapp" e disse:
_Lembra do papo de SP? Vamos tentar?
Em tempos de resposta instantânea: _Vamos. Agora!
Voltando na historinha do início do texto, toda menininha adora brincar de boneca e brincar junto com as amigas é muito mais divertido. Então, neste capítulo a Patricia Fernando, vira personagem desta história.
Ela é gaúcha, somos amigas do tempo em que residíamos em Porto Alegre, nos conhecemos pelo artesanato e mesmo depois de ter vindo para o interior do RS e ela mudado para selva de pedra paulistana, sempre mantivemos contato. 
Como eu, a Patricia também brincou de bonecas quando pequena, hoje tem uma filha Fofoléti e administra a Temperos da Vida, um mix de artes, da culinária passando pelo bordado, os tecidos e a ilustração digital.
Assim, em uma casinha bem temperada,  resolvemos 'brincar' juntas.  
Unimos nossas experiências e voltamos às bonecas. Imaginamos as nossas bonequinhas. Ela fez a arte e eu providenciei a impressão em metros de tecido 100% algodão. Aliás, aqui minha mãe brincou junto, foi ela a responsável pela compra da metragem de tecido no fornecedor em Porto Alegre. Nossas bonecas têm vó que  brinca junto. ♥
De conversas e mensagens, realizamos o sonho da maioria das artesãs que trabalha com tecido: ter uma estampa própria para chamar de sua.
Pouco? Muito? Depende de quem vê e da forma que lê a nossa história, para nós foi um passo importante para o Atelier Caseiro e para Temperos da Vida. É gratificante ter realizado esta tarefa mesmo que de um modo artesanal sem contar com o apoio de nenhuma empresa do ramo têxtil. É trabalho nosso do início ao fim. Com agradecimentos ao local que fez a impressão, lógico.
Nossa idéia, nosso brinquedo, nossas guriazinhas, as nossas bonequinhas! Fofuxas, Fofinhas, Fofolétis.

Foi assim, com a temperatura amena para o inverno gaúcho, precisamente as 10:35 da manhã do dia 20 de agosto de 2014 que nasceram as quadrigêmeas.




Trocamos muitas mensagens, pedimos opinião para pessoas próximas, pensamos muito, construímos a quatro mãos e cuidamos para que nossas guriazinhas também pertencessem ao imaginário infantil. A verdade é que nós brincamos desenvolvendo com seriedade este trabalho. Nós nos divertimos. 
Tem boneca loirinha, ruiva e morena.
Tem a menininha com o terço, que pode ser presente para recém nascida, para Primeira Comunhão ou Eucaristia, para quem está dodói e apenas para quem tem fé na vida! 
Fé de que tudo dá certo na hora que tem que dar.
Claro que além da diversão, vieram os testes, não é só oba-oba.

Direitos Reservados
 

Testamos a impressão, tamanho, lavamos o tecido, passamos com ferro quente e deu tudo certo. As bonecas já estão disponíveis para que vocês possam se divertir tanto quanto nós.
Acredite nos seus sonhos, crie a sua história.  Realize projetos, busque metas e não esqueça de sorrir e de ser feliz porque a vida é rápida demais para não brincarmos de boneca. :D  

19 agosto 2014

Abraça o ursinho e acorda para vida!

Ursinhos nunca saem de moda e nós adoramos fazê-los. Esses, no estilo Tilda, são fofos, delicados e encantam adultos e crianças. Gostamos assim: bem coloridos e com o rostinho pintado. Os da foto, já são estoque para o próximo bazar, chegamos em agosto e a partir de agora toda costura feita aqui no Atelier Caseiro, ganha peças extras, que aos poucos  se acumulam formando o estoque dos bazares e pronta-entrega para o final do ano.
O tempo de folga fica mais raro e as horas extras passam a fazer parte da rotina. Nossos clientes antigos e acostumados com o ritmo da casinha começam a pensar nos mimos e preencher a listinha de presentes. :D Keep calm, d
aqui para frente é a radiola ligada quem dita o ritmo do pedal da máquina. Foco é a palavra chave. 
Já temos aulas e bazares agendados, estamos fechando mais algumas datas. Fizemos um mexe/remexe com alguns compromissos de setembro e teremos uma aula aos sábados todos os meses e bazares em outubro, novembro e dezembro. Se está bom? Está, mas ficará muito melhor! :D
Falando em melhor, quando postamos a foto dos ursinhos, surgiu um comentário sobre perfeição, não a deles, a nossa no quesito costura. Ah, que isso! Claro que aceitamos o elogio  e ficamos lisonjeados, mas não tem dessa frescura aqui não. Existe sim, esforço e dedicação e tentamos sempre fazer mais e melhor. Para isso seguimos passos na produção das peças, empregamos carinho e cuidado com todo material utilizado. Estudamos, pesquisamos, trocamos ideias com outras pessoas, lavamos previamente os tecidos, passamos, costuramos alterando as linhas de acordo com a cor dos tecidos sempre que isso é possível. E, quando não é, procuramos a linha mais neutra para que tudo tenha harmonia.
Cortamos com cuidado, fazemos 'piques' para que pontas e cantinhos fiquem certos. Medimos, esticamos, passamos, bordamos, costuramos, às vezes pintamos também. E claro, desmanchamos quando erramos. Temos essa opção! Respiramos fundo, tentamos de novo, de novo, de novo. Praguejamos, jogamos a peça para outra mesa, xingamos, repensamos e tentamos de novo e de novo e quantas vezes forem necessárias com todo intervalo de tempo para as ideias se acomodarem, o desprezo pelo erro passar e a paciência de recomeçar voltar. As vezes demora!
Teimosia de taurina? Determinação? Cada um nomeie como quiser, mas é teimosia mesmo. C´est la vie.
Na maioria das vezes a tal da teimosia se mescla com a insistência, e o touro se transforma em burro... Daquele burrico de carga, meio manco, meio tonto, um pouco troncho e bem judiado. Não se acerta sempre e ninguém faz tentativas querendo errar. Fato é que o erro acontece quando tentamos e felizmente no mundo não acaba.
Perdemos um pouco de tempo, um pedaço de tecido, alguns metros de linha, talvez até a paciência. 
Então, iremos dormir e ao acordar teremos um novo dia em branco para desenhar. Pensar. Calcular. Tentar. Arriscar. Experimentar. Rabiscar. Alinhavar. Costurar. Um dia em branco para vivenciar novas e velhas sensações. Para fazer aquela peça dar certo! Para ela ficar bonita, certinha, 'redondinha'.
A vida é assim, têm inicio, meio e fim. Enquanto estivermos no início e no meio poderemos reescrevê-la, só perderemos a chance quando ela chegar ao fim.
Boa noite, e ao acordar aproveite para recomeçar.
Carpe Diem.

28 julho 2014

SP > Casa Cor e Mega Artesanal

Julho. Prometi que viria antes do final do mês, não era para ter demorado tanto, o mês foi cheio. Cheio de tristeza e de alegria. Na mesma intensidade, com a força de um vulcão, em proporções equivalentes.
No início do mês a casinha foi assaltada, agora somos um número na estatística da violência urbana crescente do nosso país. Detalhes não vêm ao caso, nada é capaz de dimensionar a sensação de impotência daquele momento. Passado o choque que paralisou a casinha por vários dias, chegou a hora de respirar fundo, erguer as mangas, fazer aquela faxina interna e externa. 
É hora de agradecer o Papai do Céu pela vida, agradecer pelos valores morais e éticos que aprendemos em casa, na escola, na vida.  Chegou a hora de por tudo em ordem e, aos poucos, virar a página.
Fácil? Não. Não é. O medo, a raiva e a incompreensão ainda estão muito presentes. Mas é preciso seguir. É preciso voltar a sorrir. '...É preciso saber viver..."
Justamente com o intuito de seguir o nosso caminho, de sorrir até as bochechas doerem é que a viagem para SP se manteve nos planos, apenas o retorno foi antecipado.
No roteiro, Casa Cor SP e Mega Artesanal entraram para a lista de trabalho, que somou-se aos paparicos da família e dos amigos. :)
Sábado foi dia de Casa Cor no Jockey Club, na companhia do Rodrigo e da Alessandra, os queridos do Studio Costa Marques, que projetaram lindamente o Hall de Entrada e o Lounge Gourmet Brastemp, ambiente que foi morada das nossas mantas durante os dias geladinhos de inverno. 
Olha elas aí, na foto abaixo, acondicionadas no cesto de inox:
Sábado de trabalho, Domingo de descanso e carinho. Carinho da família num almoço delicinha. O dia fechou com chave de ouro, revendo amigos, ganhando mais carinho e matando um pouco da saudade, nosso tempo foi curtinho, não deu pra matar toda saudade, mas sempre é muito bom estar na companhia de vocês: Paty, Rafa, Bruno, Flá!
Faltaram vários queridos neste time do reencontro, do abraço quebra costelas... Nunca dá tempo para tudo. Nem para todos :(

O roteiro, foi bastante enxuto, se compararmos com viagens anteriores à SP. Na segunda rolou Liberdade, no sentido amplo da palavra e literal do bairro, fui com Flávia, Rafa e a Patricia. Entre compras e descobertas japonesas, uma paradinha na Daisô, seguimos para o roteiro mais carimbado dos arredores da 25 de Março, a rua Cavalheiro Basilio Jafet, o paraíso dos tecidos. Comprei muitos metros! Muitos mesmo, a nossa casinha está abastecida. O dia já funcionou como aquecimento para a Mega Artesanal.
 
Terça foi dia de feira, não qualquer feira, a maior feira craft da América Latina. A bichinha é grande mesmo, estar lá é uma diversão. Como já fui outras vezes o evento deixa de ser novidade e já não impressiona como da primeira vez.  As compras são selecionadas, os estandes são apreciados com mais calma e crítica. Claro que o dia de lojista, menos cheio, também facilita bastante esta tarefa. As sacolinhas não se enchem pelo impulso. 
Os encontros são uma alegria, ver ao vivo pessoas que só temos contato virtual é sempre gratificante. Adorei conversar com a Rita Paiva da Revista Make, bater papo com a Elô - Pedaço de Amor, a Simone - Baú de Sonhos e a conterrânea do Sul, Cris Jaeger, queridas que acompanho e torço e que estavam lá, ralando, dando a cara a tapa e mostrando lindos trabalhos. É essa gente que faz, que torna a Mega assim: artesanal e linda! São esses abraços que fazem a feira valer a pena.
Claro que depois de andar o Centro de Convenções Imigrantes todo dia, a noite acaba com muito glamour, de pantufas no tapete vermelho da casa da Flávia. :P

Se noutras vezes não dava tempo de sentar no sofá,  nesta viagem a família teve vez, o sofá da Starbucks teve vez, a última manhã foi livre, sob as cobertas, com uma conversa longa e gostosa, regada com café e muitas risadas. Me permiti este tempo, me deixei mimar e ser paparicada. Foi a melhor escolha.
Os compromissos? Estes foram cumpridos com muita alegria, não permitiria que me roubassem dois grandes prazeres da vida: estar com quem amo, fazendo o que amo.
Obrigada de todo coração!